Ser Mulher é, definitivamente, diferente. Somos tantas, tão iguais e tão diferentes. Umas concentram-se nisto, outras naquilo, dedicam-se ao trabalho ou à família, aos amigos. Todas com prioridades diferentes, objectivos diferentes, ideais e convicções diferentes.
Engraçado. No meio de toda esta nossa diferença, todas queremos o mesmo, e nos preocupamos com o mesmo. Queremos ser felizes. E enquanto a ideia de felicidade para os Homens pode ser tão simples, tão directa, tão objectiva, nós, Mulheres, conseguimos complicar tudo de tal maneira que, quem nos conhece, sabe que o nosso trabalho ideal não é a cozinha nem a faxina. É a política. E porquê? Boa sorte a encontrar um Homem que questione tudo, duvide de tudo e só tenha fé em algo que esteja empiricamente provado e cientificamente aprovado. Nós, mulheres, temos a mania. Temos a mania que a vida nos vai fazer mal, que nos vai dar luta. Achámos também, imagine-se a presunção, que a única coisa que interessa aos Homens é comer, beber, ver futebol, e, para alguma meia dúzia mais ambiciosa, riqueza e poder. Ah, e sexo. Principalmente sexo.
Nós, tão preocupadas que estamos na possibilidade de não conseguirmos o que queremos, nem damos conta dos erros que cometemos ao tentar, e tentar, e tentar. Enquanto um homem consegue levar uma relação, por exemplo, ao sabor do vento, nós temos a mania que não, que as coisas têm de estar bem definidas, que não andamos a brincar, e se ele é o homem da minha vida? E durmo com ele? Ou vou estragar as coisas? E se ele não gostar? E se eu não gostar? E se ele deixar o tampo da sanita para cima e eu não aguentar? Etc, etc, etc. Sinceramente, não sei como não explodimos! Reparem que normalmente as enxaquecas atacam mulheres, não homens. Pudera! Experimentem ter sempre a cabeça a pensar nestas pieguices!!
E depois existem medos, esperanças, criancices, coisas que, por muito que cresçamos e ganhemos experiência de vida, não vão mudar. Crescer, crescemos... Mas seremos sempre Mulheres.
Conclusão? Depois admiram-se que existam gays.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
*.*
Queria escrever algo inspirador, não para me perdoares, não para me perceberes, apenas para saberes o quanto significas, como pessoa e como amiga.
Sem eu me aperceber bem como, ultrapassaste as barreiras que criei, e entraste. E embora isso soe a cliché, a verdade é que nem sei bem porque ficamos amigas! Quer dizer, temos coisas em comum, sem duvida, mas eu sempre achei bastante ridículo duas pessoas poderem ser amigas de tão longe. Não tenho razão? É absurdo construir-se uma relação por telemóvel, certo? Bem... Até que apareceste tu. E tu, por assim dizer, abalaste o meu Mundo. Ficamos amigas, nem sei bem a quantos quilómetros de distância, mas ficamos.
E agora, como nem tudo pode ser cor-de-rosa, as coisas não estão maravilhosas, bem longe disso... Nem sabemos bem o que aconteceu, mas aconteceu, e agora estamos aqui as duas, sem saber bem o que fazer nem dizer, para voltar ao que éramos antes!
Posso não saber o que dizer mas, sem saber, associei a ti uma música. A letra pode ter a ver, ou então não, nem sei. Não fui ver. Mas o som transmite o que eu sinto.
Por favor, acredita que as coisas podem mudar. Acredita em mim, acredita em ti. Porque eu sei que tu foste uma das melhores coisas que me aconteceu, e eu nao quero deitar isso fora.
Por ti, Inês.
Sem eu me aperceber bem como, ultrapassaste as barreiras que criei, e entraste. E embora isso soe a cliché, a verdade é que nem sei bem porque ficamos amigas! Quer dizer, temos coisas em comum, sem duvida, mas eu sempre achei bastante ridículo duas pessoas poderem ser amigas de tão longe. Não tenho razão? É absurdo construir-se uma relação por telemóvel, certo? Bem... Até que apareceste tu. E tu, por assim dizer, abalaste o meu Mundo. Ficamos amigas, nem sei bem a quantos quilómetros de distância, mas ficamos.
E agora, como nem tudo pode ser cor-de-rosa, as coisas não estão maravilhosas, bem longe disso... Nem sabemos bem o que aconteceu, mas aconteceu, e agora estamos aqui as duas, sem saber bem o que fazer nem dizer, para voltar ao que éramos antes!
Posso não saber o que dizer mas, sem saber, associei a ti uma música. A letra pode ter a ver, ou então não, nem sei. Não fui ver. Mas o som transmite o que eu sinto.
Por favor, acredita que as coisas podem mudar. Acredita em mim, acredita em ti. Porque eu sei que tu foste uma das melhores coisas que me aconteceu, e eu nao quero deitar isso fora.
Por ti, Inês.
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