Ganhei coragem. Ganhei coragem e fiz aquilo que não devia ter feito. Afinal de contas, era suposto eu seguir em frente... Esquecer. Bem, não o fiz, corri atrás, e, aparentemente, parece que o fiz a tempo. Porque tu disseste que sim. Depois deste tempo todo disseste que sim. Depois de todas as vezes que desejei que fosses tu, fui eu, e disseste sim.
Convidei-te à tão pouco tempo, e já me dás esperanças. Já me dás sinais que não esqueceste o que se passou (como eu), e que queres lutar pelo que tínhamos (como eu). E aí quem se enraive-se sou eu. Sou eu que trago o orgulho todo cá para cima, e é a mim que me apetece bater-te. Porquê? Porque foi preciso ser eu.
Amanhã não sei o que vai acontecer. Mas posso garantir-te que não vais ter tanta coisa a teu favor como da outra vez. Porque, apesar de ser suposto, eu não esqueci.
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